O Universo pelos olhos do comandante Hamilton. Não viemos ao mundo por acaso

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Conheça um pouco mais desse ser incrível, Hamilton Rocha, carinhosamente chamado de Comandante Hamilton pelos telespectadores. Piloto de helicóptero, jornalista repórter aéreo da Record TV. Durante toda a semana o Comandante Hamilton, passa no ar. Decola do hangar localizado em Carapicuíba, na região metropolitana, para sobrevoar a Grande São Paulo sem um destino certo, em busca de acontecimentos, informações em tempo real de congestionamentos, enchentes, tiroteios e perseguições policiais. Os flagrantes são exibidos com muita agilidade e eficiência ao vivo em rede nacional.

Em entrevista ao blog, o Comandante Hamilton abre o coração com toda sua sensibilidade e inteligência, fala sobre o trabalho na TV, sobre o que pensa do mundo que vivemos, sobre o universo, a energia, sobre o sol que cura, a luz da vida. Como enfrentarmos o caos neste mundo complicado sem termos grandes sequelas...

O Comandante Hamilton também nos revela sobre seu novo projeto, "Resgate Delta", que vai fazer muita diferença na vida das pessoas.

Hamilton desde pequeno sempre sonhava que estava voando. No sonho, corria, levantava os braços e voava como um pássaro. O tempo foi passando e o menino foi crescendo. Em 1983 teve seu primeiro contato com a aviação. Queria aprender a pilotar e lutar para que um dia pudesse comprar um pequeno avião e passear pelo Brasil. Anos passaram e, com muita luta, sacrifício e dedicação, Hamilton tornou-se um piloto inovador e ousado. 

“A vida é um eterno processo de inspirar e ser inspirado, isso é uma das coisas que a torna tão especial.” 

Sandra Rosa: Comandante Hamilton, você se tornou o primeiro piloto a introduzir o helicóptero em transmissões para a televisão brasileira, criando o formato e ajudando no desenvolvimento de equipamentos utilizados para esse tipo de trabalho. Como você vê hoje esse seu trabalho para a TV, comparado aos 10 primeiros anos em que iniciou?

Comandante Hamilton: Com toda evolução que houve na TV, a televisão precisa do helicóptero, principalmente em São Paulo que é uma cidade mal planejada em que o deslocamento é muito difícil para as equipes. O helicóptero chega muito mais rápido ao local, ele consegue ter uma visão diferenciada, privilegiada do acontece lá embaixo. O ângulo como o helicóptero mostra é totalmente diferente do que as pessoas estão acostumadas a ver no dia a dia É isso que chama atenção. Outra coisa, há o drone, mas ele não consegue enxergar não tem essa autonomia de chegar ao local e narrar também o que está acontecendo. Esse é o grande diferencial do helicóptero, o ângulo que ele mostra da notícia e também por ter a bordo alguém que está narrando o que está acontecendo, esse diferencial é que segura o helicóptero ainda na televisão.

Sandra Rosa: Seu helicóptero funciona como uma redação jornalística móvel. Quantos integrantes diretos fazem parte da sua equipe? E a maioria está com você há muitos anos, certo? Quando o trabalho é em equipe, o sucesso equivale à soma da dedicação de todos, certo? Que você diria sobre sua equipe de trabalho, comandante Hamilton?

Comandante Hamilton: Nós somos uma equipe que funciona com muita harmonia, uma equipe que tem a mesma linha de pensamento e, na verdade, é um conjunto. Cada um faz a sua parte e o conjunto toda resulta em um bom trabalho. Eu tenho hoje em nossa equipe 4 pilotos, tenho 6 operadores, a gente vai revezando, mas durante o trabalho com a Record, trabalham ativamente ali 4 pessoas, para ficar bem ágil, para aproveitar bem o que acontece em São Paulo de forma factual. E isso exige muita rapidez, mostrar o que está acontecendo, principalmente para apurar, pois nem a polícia, nem o corpo de bombeiros às vezes sabe o que está acontecendo; então, temos que ser muito ágeis para não transmitir uma informação errada.

Sandra Rosa: Sinto que de certa forma, a partir de 2020, o mundo se tornou mais difícil, um pouco mais pesado em todos os sentidos, fatos, acontecimentos cruciais, insegurança, medo, injustiças. O que você, na sua visão do seu feeling jornalístico, pensa sobre isso?

Comandante Hamilton: Sobre 2020: estamos em uma fase difícil, é como se estivéssemos em uma terceira guerra mundial. Só que, lá no passado, o que a gente sente, observando e estudando história, é que a segunda Guerra Mundial destruiu muito a Europa, ou seja, destruiu a parte material como prédios, estruturas materiais. Isso custou muito dinheiro e a gente sente que os órgãos de inteligência começaram a pensar em uma guerra futura, como seria uma terceira mundial? E aí foi para a guerra química, armas químicas. Viram também que poderiam destruir o inimigo, e o próprio país que jogou a bomba, né? Eles poderiam matar o atirador assim como o que estava recebendo. Então, isso fez com que eles trabalhassem uma outra guerra que atingisse o indivíduo sem destruir a riqueza e o poder material que tinha esse inimigo. Então, foi direto na mente e corpo do inimigo. O que a gente sente é que a guerra hoje é assim, uma guerra de informação, uma guerra para atingir a cabeça, a mente e o corpo do inimigo de forma que, no final, o vencedor dessa guerra fique com a riqueza de seu inimigo. E o que a gente sente de forma geral é que é preciso ter muito cuidado, nós precisamos, principalmente os inocentes da guerra, ter muito cuidado para não sermos levados e atingidos pelas armas, que são hoje a informação, enfim... Até é complicado falar sobre isso para não ficarmos tendenciosos, é complicado, hoje não está fácil. Mas acredito que, de forma geral, isso estava programado. Até porque nada acontece por acaso. É importante mantermos o foco, cuidarmos muito da imunidade e da mente. É fundamental para sairmos com o mínimo de sequelas possíveis quando acabar essa fase por que estamos passando. O ano de 2022 não vai ser fácil. 2020 e 2021 parecem ter sido a preparação. 2022 será o ano mais difícil. Mas é muito bom porque os tempos difíceis fazem homens fortes. Podemos evoluir vivendo essa fase difícil também. E um detalhe, é uma época em que você tem que mostrar o que você tem por dentro, tudo que aprendemos na vida, é hora de aplicar isso. O mais importante vai ser o ser, e não o ter. Não adianta você ter bens materiais, você tem que ter o poder interno, só isso vai manter o equilíbrio para você sair dessa com mais tranquilidade.

Sandra Rosa: Todos nós temos a capacidade de transformar a energia, elevando a frequência ao nosso redor. O que pensa sobre isso?

Comandante Hamilton: Tudo é frequência, em energia nada é parado, até a pedra. Ela tem energia, tudo que existe está em movimento, e o movimento produz energia e as frequências, os animais já estão em uma outra frequência. A gente, observando animais e plantas, vê que já mudaram totalmente. O sol também. É importante mantermos nossa frequência elevada. Acabou aquela fase cinza, agora você é branco ou você está na luz ou na escuridão, a fase cinza, no meio, acabou. É o que chamam de visão da separação do joio e do trigo. Então, realmente, estamos em uma fase muito importante. Quem está hoje vivendo isso é privilegiado, vai aprender muita coisa. Seria como se fosse final de um curso, teste para curso, o final de uma etapa é muito legal. Isso a gente sente ,pois hoje as pessoas já se revelaram, você vê tira aquele manto, "as pessoas são o que são, não conseguem mais esconder". O importante é o ser e não o ter. As pessoas que têm conteúdo estão se sobressaindo, vão sair bem. Nós estamos no final de uma etapa; para passar, temos que usar o melhor que temos dentro de nosso ser.

O mais emocionante são os projetos que faço envolvendo crianças. São anjos sem a maldade que existe no mundo. Quanto mais criança, mais pura é sua energia;

Temos uma frequência específica, temos uma fonte de energia que é nossa origem cósmica. Se estamos vibrando na mesma frequência dessa fonte, estamos em alinhamento vibracional, de onde atraímos só as coisas boas e positivas.

Sandra Rosa: Hamilton, você sempre está sobrevoando, privilegiado pelo Pôr do Sol. Diga, qual o sentimento que invade seu ser, quando aquela luz dourada se expande em sua visão, aquela combinação ideal de luz e sombra que o sol proporciona? Percebo, em suas imagens registradas, que a magia acontece devido à junção de fatores (cores quentes, detalhes nítidos e um brilho especial). Qual sentimento de poder fechar o dia de trabalho com essa luz especial?

Comandante Hamilton: Sobre o sol! Ele é muito importante, principalmente, nessa fase em que estamos, pois o sol cura, dá luz, dá vida. É muito importante que as pessoas levantem a cabeça, que percebam o que está acontecendo, quanto maior número de pessoas que consiga levantar a cabeça e sentir o que está acontecendo, melhor. É um momento muito importante de voltar para dentro e procurar entender o que está acontecendo. Quando eu estou voando, eu vejo o sol, vejo o pássaro voando, vejo a natureza, vejo o quanto somos pequenos ou grandes. É momento realmente de procurar buscar, principalmente, entender lá no fundo. Não dá mais para ficar se iludindo sobre riqueza, sobre bens materiais, é o momento de entender que o homem é o produto de uma criação. Se Deus criou o homem, nós temos algo especial dele, assim como nós criamos computadores, por exemplo. Se Deus criou o homem e o homem criou o computador, por exemplo, nós somos uma programação, somos um programa. O que a gente sente é observando e analisando, tendo muita tranquilidade para pensar sobre o todo, que o momento realmente é de reflexão, de percebemos que Deus criou o homem e o homem criou o computador, nós somos programa. Então, quando a gente nasce, acho que nascemos já com uma programação, e o que acontece? Quando você nasce, você escolheu um programa que você quer cumprir, e aí é como ter o livre arbítrio. Esse programa é invadido por vírus, por interferências, e vai desviando da programação original. É muito importante você refletir e ver o que você quer para você, buscar sua programação original e reprogramar, como você faz em um computador. Se o homem criou o computador, ele vai criar a sua semelhança, o computador, se você pensar bem, tem muito do ser humano. O robô é um computador que se mexe, você seguindo essa linha de pensamento. A gente percebe que nós também somos um computador e viemos com uma programação. Seguindo essa linha de pensamento, você consegue pensar: puxa vida, então vou acertar meu programa, vou acertar minha linha. Aí, Sandra, é muito importante você refletir e ver como é sua programação original, o que se quer ser, o que eu quero atingir, você volta para sua programação original, seja reto e vá até o final, cumpra o que você programou. O tempo está passando muito rápido. De repente, o nosso tempo aqui, como se fosse um dia, e temos a impressão de anos, e pode ser um dia de trabalho desse computador. Assim como há animais que nascem e vivem uma hora e tem uma vida assim; de acordo com cientistas. Alguns insetos, por exemplo, eles nascem, crescem se reproduzem e ficam velhos rapidamente; então, o tempo relativo é baseado no que você faz, tempo é relativo, estamos em um momento em que temos que entrar para dentro de nós mesmos e resolver. Quando a gente resolve os nossos problemas, quando você resolve a si mesmo, você resolve o resto; então, momento de muita reflexão.

Na vida não tenho medo, tenho cautela. Exatamente como um dispositivo de segurança da vida que evita erros

Comandante Hamilton

Sandra Rosa: Fale um pouco sobre seus projetos:

Comandante Hamilton: Tenho um trabalho muito importante que vou começar em janeiro. Precisamos ajudar pessoas a enxergarem um pouco mais além do que elas enxergam, é essa a missão que eu estou a fim de fazer. Começo agora em janeiro, compramos um helicóptero só para isso. Acho que não viemos ao mundo por acaso. Eu quero fazer um bom trabalho é essa minha dedicação, por isso estou trabalhando muito aqui.

Conheça um pouco sobre esse projeto. Vou dar um exemplo: o carro vai andando na estrada da vida, a pessoa atola nessa estrada, você vai dar aquela empurrada para que ela possa ir embora, só arrancar, não somente guinchá-lo, queremos que ele vá em frente, por isso a operação ‘resgate para a vida’. 

Resgate Delta é uma ação rápida para tirar uma pessoa de uma situação difícil e deixá-la em condições de seguir seu caminho ou obter as condições de fazer algo que deseja na vida.

Resgate Delta aceita voluntários em qualquer parte do Brasil. Para se credenciar, é necessário informar o que tem condições de oferecer em qualquer ramo de atividade.

Quem estiver em dificuldade, manda um breve relato com máximo de texto permitido pelo nosso site, descrevendo a sua necessidade. A equipe Resgate Delta irá selecionar o voluntário para resgatá-lo (ou tirá-lo da condição ruim em que se encontra) por meio de uma ação rápida e pontual orientada pela direção da Equipe Delta. 

Médico, engenheiro, psicólogo , nutricionista, pastor, eletricista, pedreiro , construtor, qualquer profissão.

O que sustenta o projeto:

Anúncio de empresas, merchandising nas transmissões do Cmte Hamilton.

Participação (porcentagem) de produtos anunciados.

“Inspire-se em pessoas que te fazem ser alguém melhor, que te motivem! Que te valorizem como um ser humano…”

Hamilton e sua equipe são donos de uma gentileza, um carisma imenso, eu consegui receber o melhor deles nas vezes em que o visitei no hangar em Carapicuíba SP.

Um dos momentos em que mais senti a verdadeira paz, tranquilidade e uma segurança imensa que preencheu meu ser, foi quando sobrevoei a grande São Paulo com o comandante Hamilton. Acredito que, até então, nunca havia me sentido tão segura e confiante. 

Imagens: Arquivo Pessoal Comandante Hamilton

por Sandra Rosa

O Universo pelos olhos do comandante Hamilton. Não viemos ao mundo por acaso

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