Bate Papo com Paulo Chagas; Há 4 décadas na Comunicação

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Um bate-papo com Paulo Chagas Vargas, um jornalista competente, aplicado, influenciador digital, e repórter, se prepara muito para levar a melhor informação ao espectador, com cultura e inteligência acima da média. Fala sobre seu trabalho de comunicação, quando começou sua carreira no rádio, na TV, no jornal e sua atuação via net, contou como aconteceu essa transição do modo de fazer jornalismo. Como repórter viveu momentos muito fortes, emotivos e significativos. Como apresentador são outras vivências. Houve uma demanda muito grande por notícias em tempo real e não tinha como Paulo Chagas ignorar isto. Teve que evoluir, cada vez mais, com a atualização dinâmica das notícias na internet via seu blog e portais. Com visão no novo e moderno jeito de comunicar traz em seu trabalho a credibilidade.

Na foto Paulo Chagas, em 1985 na Rádio Atlântida FM em Chapecó.

Sempre gostei de entender um assunto e transmiti-lo para outra pessoa.

Paulo Chagas


Na foto Paulo Chagas em 1994 no SBT Chapecó

A inserção da internet no cotidiano das pessoas foi decisiva para a mudança de comportamento da sociedade e os rumos do jornalismo. Hoje, com as novas gerações, as chamadas Y e Z, a busca pela rapidez e eficiência nos meios de comunicação cresce em ritmo acelerado e impulsiona o aprimoramento das tecnologias. As informações são compartilhadas instantaneamente e todos passaram a ser emissores graças aos blogs e às redes sociais.O jornalista, para acompanhar todas essas mudanças, tem que ser, além de tudo, atualizado. 


Imagem TV

Quando nasceu o sonho de seguir a carreira jornalística?

Paulo Chagas: Desde criança. Meu pai foi radialista por um tempo em Chapecó. Nos meus tempos de juventude, eu não pensava em ser jornalista, e sim um radialista, atuar no rádio, e consegui. Depois que avancei para veículos maiores, como a Rádio Atlântida FM, em Chapecó, passei a visualizar a carreira de jornalista, até ingressar na RBS TV, e efetivamente exercer a atividade, mesmo sem formação.

Na foto Paulo e seu colega Bruno do Diário do Iguaçu, em uma transmissão ao vivo na visita do presidente Bolsonaro em Chapecó.

Qual momento mais marcante em tua carreira feliz e triste?

Paulo Chagas: Feliz, acho que foi quando me convocaram para trabalhar na Rádio Atlântida FM, depois de fazer um longo teste de locução e textos. Nesse tempo, lá por 1983, eu trabalhava numa pequena rádio no interior do Rio Grande do Sul, a Gazeta, de Tapera. Ir para a Atlântida foi a maior virada profissional no rádio da minha vida. Foi demais. A triste, acho que foi a perda de um colega de TV, já quando eu também atuava na RBS. Ele morreu de acidente no retorno de uma reportagem, e eu, às 18 horas, tinha que comunicar na Rádio, até às 22 horas. Foi o dia mais difícil em meio à profissão. Chorei o tempo todo, era difícil falar, e quando saí fui para o velório. Imagine.

Tua concepção nos meses de trabalho que ficou entre a serra catarinense e oeste, sobre tua visão a respeito de algumas coisas e como você vê o jornalismo de 15 anos atrás com esta era mais focada na internet?

Paulo Chagas: Estar entra a Serra e o Oeste trabalhando é uma experiência boa. A única coisa ruim é estar com frequência na estrada. A ida e a volta são desgastantes. São em média cinco horas de viagem, no trajeto. O movimento e os problemas da estrada estressam. Torna-se muito cansativo. Diferente do trabalho de comunicação que executo em Chapecó e em Lages. Estes são dignificantes.

Logicamente o jornalismo de alguns anos atrás era diferente. A informação girava no rádio, na TV e nos impressos. O trabalho do profissional era mais centralizado e valorizado. Hoje, com o advento da internet, todo mundo pode escrever e fazer uso das redes sociais. Você até diferencia o que é notícia, embora muitas já não retratam a verdade. Há uma militância política em meio à classe recheada de interesses, o que tem levado, principalmente a grande mídia, ao descrédito quase total. E, nas redes sociais se disseminam conteúdos diversos, que estão causando mais problemas do que informando.

Paulo Chagas durante seu programa ATUAL "Tema Livre", na Nova Era TV..

A tua maior inquietação no jornalismo?

Paulo Chagas: Acredito que está na execução dos meus projetos voltados à informação via portais. Procuro dar a eles o máximo de atenção, sempre pautado na ética profissional. Além disso, repassar credibilidade no que faço. Tenho quase 40 anos em comunicação, e quero preservar o que construí ao longo do tempo. Por isso, acho que a minha inquietude está na busca da valorização e do reconhecimento destes projetos. Deposito neles todo o meu sustento profissional, para se ter ideia.

O bom jornalista quer aprender, experimentar, sentir, ver e ouvir o que mudou nestes últimos 3 anos para ti em relação a isto?

Paulo Chagas: Acredito sem dúvida que o que mais tem influenciado é o advento da internet e das ferramentas das redes sociais. São caminhos alternativos para a propagação das informações. Assim, decidi implantar portais de notícias, no caso o www.vidaenatures.com.br, voltado para o meio ambiente, o Blog www.paulochagas.net, de opinião, e o www.lageshoje.com.br somente para notícias. E, neste meio, o aprendizado é constante. Tudo evolui muito de pressa. Muito embora, ainda sustento espaços no rádio e na televisão, tudo para manter a velha prática.

Você disse certa vez: escrevi com o coração, descreva sobre?

Paulo Chagas: Todo o jornalista precisa estar concentrado no que deve escrever. Ele se pauta pela fonte, e constrói o texto a partir de fatos e dados. Pelo menos deveria ser sempre assim. Mas, há bons profissionais, e muitos, em determinados assuntos a emoção flui também. Por isso disse que às vezes escrevo com o coração. Se dá muito quando se fala de algo diferente, e que às vezes tem a ver com alguém como personagem, ou uma situação. E não existe regra quanto à emoção ao apresentar um jornal. Você pode até se segurar ou disfarçar. Mas o apresentador é um ser humano qualquer. Dentro dele o sentimento está apenas contido.


Quando o apresentador não consegue conter a emoção, transparece de imediato. Todos percebem. Mas não é raro. Torna-se natural até.

Paulo Chagas

 Existe muitos jornalistas sangue frio, mas existem formas de um jornalista sensível de bom coração se emocionar ao vivo ao apresentar um jornal, etc?

Paulo Chagas: Você ainda deve estar se referindo à emoção. Você, talvez, não veja o apresentador se debulhar em lágrimas. Mas, há ocasiões que emoção dele está expressa no contraste do rosto, da fala, do tom de voz. É preciso entender que ele está ali para informar. Sozinho. Só depende dele a conclusão do assunto. Ele não tem como fugir do lugar, e pedir simplesmente para alguém continuar e ele sair para chorar, entende. Não é fácil.

Você fala muito em natureza, em defesa dela, fala um pouco sobre tua atuação em projetos que envolvem a preservação do meio ambiente?

Paulo Chagas: Sim. Como profissional da comunicação sempre pensei e atuar em alguma causa que pudesse contribuir com a sociedade. Então, escolhi o meio ambiente, até porque, na imprensa tem pouco espaço, a não ser quando acontece alguma tragédia. Assim criei o projeto Vida e Natureza, há mais de 15 anos. A partir dele lancei primeiramente um jornal; depois, uma revista, e, os custos foram ficando altos, e o advento da internet foi tirando fôlego, e financeiramente, só prejuízo. São poucos os que investem em projetos assim. Então, optei em manter apenas o portal. Amo a natureza, e gosto muito de estar em meio dela. Na Universidade, meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) teve o assunto ligado ao meio ambiente, para se ter ideia. Assim, me transformei também em um jornalista ambiental.

"A preocupação com a natureza ganhou destaque nas últimas décadas. Parece que por duas razões: a conscientização que se torna constante e as ameaças que pairam sobre o universo". Ler e ouvir sobre o assunto é uma das maneiras de a gente se convencer e ter argumentos para convencer as pessoas a mudar atitudes para preservar o precioso e essencial dom da vida.

 “Blitz Ecológica” nasceu a partir da necessidade de chamar atenção para os problemas ambientais à nossa volta e despertar a consciência responsável de cada cidadão nas mais diversas situações envolvendo a água, as matas, os rios, os animais, o ar, enfim, tudo o que se relaciona com o meio ambiente.

A iniciativa da Projeto Vida e Natureza já atraiu o interesse de órgãos ambientais, empresas, escolas e universidades, além de outros organismos como a Polícia Militar e Polícia Ambiental. Portanto, a união de todos resultará num determinado dia, num grande mutirão de conscientização.


O projeto Vida & Natureza nasceu há mais de nove anos. Trabalhar todos os assuntos sobre a natureza no âmbito municipal, estadual, nacional e mundial, e de forma gratuita, fazer com que ela circule nas escolas, e demais organismos ou repartições direcionadas ao assunto. Com a ajuda dos professores, as crianças e os adolescentes têm condições de assimilar melhor sobre os acontecimentos que envolvem o meio ambiente, além de dimensionar com mais consciência o que os aguarda no futuro. Assim, um veículo de comunicação voltado para esse propósito poderá, no conjunto de esforços, ser uma valiosa ferramenta em favor da qualidade de vida no meio em que habitamos.

Mas de fato e concreto o que já fez pela natureza como jornalista ambiental?

Paulo Chagas: A partir dos meus projetos, na impressão dos jornais, 90% deles eu distribuía nas escolas, em locais públicos como barbearias, lojas de conveniência, postos de gasolina, lojas agropecuárias, etc. Era uma maneira de levar a informação e quem sabe ampliar a consciência ambiental de quem lesse. O mesmo fiz quando passei a imprimir as revistas. Eram poucas as assinaturas. Além disso, participava ativamente em qualquer atividade ambiental, em datas específicas, era eu quem organizava em praça pública. Reunia a Polícia Ambiental, uma rádio, a Semasa, a Secretaria de Meio Ambiente, acadêmicos de Universidades, enfim, era um grande trabalho de conscientização ao longo do dia. Sem falar nas inúmeras palestras em Universidades e escolas. Assim, acho que fui dando uma contribuição efetiva.

E porque Lages se tornou tua cidade de coração. O que você sonha ou espera que mude em Lages, o que precisa para que Lages se tornar uma cidade realmente boa para se viver e trabalhar?

Paulo Chagas: Vamos por parte. Cheguei em Lages em 1997, para atuar como diretor de jornalismo no SCC, e também como âncora do principal jornal, ao meio dia. Minha intenção era ficar em Lages uns quatro ou cinco anos, e retornar para Chapecó, de onde vim. Mas, a vida não é como a gente quer. Conheci minha esposa, tivemos uma filha, e depois a segunda, portanto, foi então ampliando meu campo pessoal e profissional, e assim, fui me apegando à cidade.

Quanto ao que sonho ou espera em termos de mudança em Lages, acredito que deva ser que ela se torne uma grande potência econômica, que os índices de IDH melhorem, que surjam mais e mais oportunidades de trabalho, e que diminua sensivelmente a grande mendicância que hoje existe. Mas, principalmente que a cidade tenha excelentes condições de aplicar a saúde e a educação para seu povo. Assim, como já é uma cidade muito boa de se viver, pode melhorar ainda mais.

Paulo em participação do programa Edição Extra, da Alesc.

O mundo da cópia, onde tua só copia, e raramente algo se cria; tipo de uma situação, poucos conseguem criar com discernimento uma opinião própria e realmente inteligente?

Paulo Chagas: Que questão complexa essa. Mas, creio que estejamos vivendo um tempo mais ideológico do que na razão. As pessoas se prendem demais em problemas políticos, e esquecem de viver o seu próprio eu. Há muita manipulação de ideias. As redes sociais, hoje, influenciam demais. Está bastante difícil saber exatamente o que é certo ou errado, o que é verdade ou mentira. Isso tira de fato o modo de pensar das pessoas, torando-as menos ativas e conceptivas no modo de pensar. Até são inteligentes. Mas um lado do cérebro parece não raciocinar pela lógica que o melhor é estar bem, ter uma economia saudável no país, entre outras. Nesse caso, há opiniões inteligentes, tanto que conseguem ludibriar um povo inteiro, tanto pelo mal, quanto pelo bem. E isso, poucos conseguem discernir o que é correto.

Você tem as características para um bom jornalista, é dinâmico, ágil, claro, atual e perspicaz, parece-me que jamais perde o compromisso com a veracidade das informações, isto são características atreladas ao DNA da profissão. Mas me diz quantos % dos jornalistas que você conhece são assim?

Paulo Chagas: Não saberia dizer em termos exatos os percentuais. Mas, atualmente, as redações estão cheias de profissionais com pensamentos estranhos, mais ligados aos ideológicos, principalmente nos grandes veículos. Mas, há também gente assim nos pequenos. Vivi no meio deles recentemente. É muito complicado. Mas, acho que ainda uns 30% são exemplos de bons profissionais e que seguem a ética e a cartilha do jornalista como se deve.

Nos últimos 2 anos palavra-chave para o jornalismo é “adaptação”. Por causa da constante expansão da internet, o alcance das redes sociais e o fluxo ininterrupto de informações, novos desafios têm surgido a cada pauta como tem lidado com isto, hje isto deixa-o mais atento a mudanças e encarar desafios, até porque tudo é tão incerto.

Paulo Chagas: Verdade. A internet revolucionou o jeito de se fazer jornalismo e de se trabalhar nele. O impresso, por exemplo, perdeu quase todo o espaço. As televisões enfrentam a concorrência das ferramentas digitais, e o rádio, ainda cumpre um papel importante, mas não pode se dissociar da internet e suas redes sociais. Portanto, como jornalista, em mesmo com idade beirando aos 60, você precisa estar atento e sempre buscando atualização. Foi por isso que cursei jornalismo entre os meus 50 e 60. Isso permitiu-me evoluir ainda mais no campo virtual, tanto, que meus projetos avançam cada vez mais para esse segmento. É uma garantia, ou uma certeza de que estará sempre num meio em a cultura digital será sempre crescente, e se torna uma forma de sobrevivência.

O jornalismo é essencial para a democracia. Somos os olhos, os fiscais, os defensores dos mais necessitados. Sempre seremos isso. Como utilizaremos o tempo que as pessoas nos dão para ouvir o que temos a dizer é que vai definir o nosso futuro. Temos que atualizar a nossa linguagem, quebrar protocolos velhos, conversar como seres humanos. Temos que traduzir o complexo para facilitar o entendimento. Temos que olhar para o macro para entender o impacto no micro e vice-versa. Temos que entender que não há só um lado da história e que tudo na vida tem prós e contras. E essas duas faces da moeda precisam ser apresentadas para que o público, nosso verdadeiro chefe, possa formar a própria opinião.

Reter a atenção do leitor, em meio a tantas informações, se tornou uma tarefa extremamente desafiadora. O que você sente, que tipo tema pauta você acha que é o que mais segura teu leitor?

Paulo Chagas: A pauta pode surgir de qualquer assunto. Depende da forma como você aborda ao escrever. Há temas mais intrigantes e que chamam mais atenção das pessoas. Outra coisa que acho fundamental, é você ter um nome profissional conhecido, cultivado com credibilidade ao longo dos anos. Um benefício que só se consegue com muito esforço, ética, dedicação com a boa informação. Coisas assim, seguram o leitor.

Através do jornalismo você pode mudar a vida das pessoas tanto positivamente como negativamente. O que acha de colegas profissão que pela audiência abusam de situações que pode prejudicar emocionalmente alguém. Por exemplo um acidente ao vivo mostrando placas detalhes etc, antes das família ser avisada pelos bombeiros. Abre face e o cidadão famoso" está faceiro com o fato ao vivo c grande público assistindo a tragédia na família de alguém

Paulo Chagas: Eu efetivamente desaprovo por completo um trabalho de reportagem sensacionalista, com objetivo, apenas, de angariar audiência. O pior é que muitas pessoas parecem gostar. Lógico, a tragédia está longe deles, e enquanto só dói nos outros, há um certo prazer em ficar assistindo. Portanto, abomino notícias de tragédia. Excepcionalmente quando ela acontece com alguém muito importante, e aí não tem como deixar de informar. Mas tudo dentro de uma prática jornalística adequada. Sendo assim, em meus portais, raramente você verá tragédias do cotidiano, sendo publicadas. Tenho pena de quem vive disso.

Formado em Letras e em Jornalismo. Pós-graduado em Produção e Revisão de Textos (Uniplac). Hoje em Lages, segue como apresentador de televisão e comunicador de rádio, além de gerenciar o próprio negócio através do Projeto Vida e Natureza e no campo da Assessoria de Imprensa – Eventos e Marketing).

O jornalismo atual através sites, blog tem publicidades em suas matérias a fim comercia é uma necessidade para a maioria dos profissionais independentes, com isto muitas vezes é necessário controlar a percepção do público em favor de seus clientes, apresentar suas melhores facetas e aprimorar a forma com que essas entidades se relacionam com a sociedade. Como você lida e ver isto. Já anunciou algo que jamais compraria?

Paulo Chagas: Os sites ou Blogs estão entre as novas ferramentas de expansão do jornalismo. São uma espécie de coluna ou jornal virtual. Assim como tal, abrem espaços para a comercialização de mídias. É uma forma de o jornalista sobreviver em tempos de hoje. O público gosta. No Blog, por exemplo, a gente aborda curiosidades bem resumidas, e sempre tem algo diferente, novo que a gente consegue postar até com exclusividade. Assim, a sociedade aceita. É preciso ter cuidado para não ser ofensivo. Manter uma certa neutralidade. Em tempos atuais há muito extremismo entre esquerda e direita, por exemplo. É preciso evitar estes confrontos. Quanto a algum tipo de anúncio contraditório nunca comercializei. Sempre busquei anúncios positivos, com bons perfis.

Na foto durante entrevistas do Tema Livre, com o Sell , seu grande parceiro de projetos na Nova Era TV.

O atual cenário no Jornalismo Brasileiro está muito complexo, pois muitos fatores contribuem para o descrédito que estamos vivendo. Temos a mensagem de WhatsApp, o post do Facebook, o tal de “alguém falou”, as vezes percebo que o jornalismo deixou de ser um espaço para notícias e virou uma gritaria de opiniões e verdades. Certezas absolutas e muitas divisões. Pois muitas vezes os comunicadores são os causadores dessa divisão política profunda, são os incentivadores dela. Nenhuma comunicação de qualidade acontece quando os lados estão se provocando. Ninguém se ouve. Só acusa e defende. No fim, o público fica refém de visões e narrativas e a realidade se perde nessa batalha. Então diante disto, é gratificante ainda vermos que existem profissionais compromissados e com ética em passar a informação com credibilidade, e principalmente em ser um porta voz, em disseminar exemplos bons, e ser justo, através de seu meio de comunicação. Parabéns pela dedicação e respeito com seu público, Paulo Chagas.

Por Sandra Rosa

Bate Papo com Paulo Chagas; Há 4 décadas na Comunicação

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